
A morte de Ivan Ilitch e o etarismo que se recusa a ver
Liev Tolstói publicou A morte de Ivan Ilitch[1] em 1886. A novela acompanha um magistrado que organizou toda a existência em torno do decoro e da conveniência, até descobrir-se diante de uma doença sem retorno. Tolstói define essa trajetória como a vida mais simples e comum e, por isso mesmo, a mais terrível.


