
Raízes que falam
Há vidas que se entrelaçam com lugares, com pessoas, com épocas, como se o destino decidisse bordar memórias em diferentes territórios da existência. O mundo corporativo, por outro lado, parece ter desaprendido a olhar para raízes. Valoriza a velocidade, celebra o instantâneo e, muitas vezes, descarta a experiência como se ela fosse um arquivo desatualizado. Pior: em nome de uma modernidade pasteurizada, abre mão até de sua própria história, afastando-se dos valores e do propósito que a construíram. Quantos profissionais extraordinários, com trajetórias robustas e resultados consistentes, encontram-se subitamente invisíveis aos olhos de um mercado obcecado por métricas e tendências?









