
Ad gerationem
Existe uma falácia com nome em latim para quase tudo. A preguiça argumentativa atende por uma delas: o ad hominem. Em “A Arte de Ter Razão” (Dialética Erística)[1], Arthur Schopenhauer define o argumento ad hominem como um estratagema em que, em vez de atacar o mérito da tese (ad rem), a refuta indiretamente conectando-a às ações, crenças ou falas anteriores do próprio oponente. Autores de manuais de lógica classificam o ad hominem abusivo e circunstancial como falácias de relevância, pois atacam a pessoa em vez de demonstrar a falsidade de suas premissas.









