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7 dicas para profissionais 50+ brilharem como pilares da inovação (e rirem do etarismo no caminho)

Depois de anos sem dar workshops presenciais, voltei ao Learning Lab da Stellantis South America, em Minas Gerais, para falar de tecnologia com uma turma até 30 anos mais jovem. E adivinha? Minha experiência foi justamente o que faltava para separar o “hype” –incluindo os assistentes de Ias gerativas –, do que realmente funciona. Você já viu modismos tecnológicos irem e virem (alguém lembra dos “CD-ROMs”?), então pode dizer o que deve ser levado em consideração e aquilo que nada acrescenta e deve ser descartado.

Reinvenção e mercado. A nova força criativa não tem idade.

Quando debatemos a longevidade, ainda esbarramos em tabus: o etarismo parece sugerir que criatividade, adaptabilidade e inovação têm data de validade. Será mesmo? Nos bastidores de empresas inovadoras ou até nos corredores de multinacionais, profissionais com mais de 50 anos têm mostrado, com leveza e humor, que maturidade e criatividade podem, e devem, caminhar juntas.

A escalada da violência contra as mulheres no Brasil

A realidade das mulheres brasileiras se transformou em um retrato sombrio de violência sistêmica. Longe de serem episódios isolados, os crimes brutais, frequentemente cometidos por parceiros ou ex-parceiros revelam uma crise estrutural alimentada pelo machismo, misoginia enraizada e pela naturalização da agressão contra mulheres. 

Revolução Transetária: quando ideias atravessam idades

Estamos vivendo a Revolução Transetária — termo que cunhei em 2016 para nomear um novo tempo, que contorna e reinventa um mundo sem idade. Transetários são aqueles que não se sentem limitados pelas faixas etárias e pelas classificações geracionais — como eu — e, acredito, como muitos de vocês que estão lendo este texto.

Audição e arte, longevidade e sustentabilidade

Aqui no Brasil, somos mais de 10 milhões de pessoas com algum grau de deficiência auditiva. E, à medida em que o tempo passa e nossa longevidade aumenta, a chance de fazermos parte desse grupo cresce, uma vez que uma maior expectativa de vida traz em si várias perdas, entre elas a da nossa capacidade de ouvir.

Desconstruindo o etarismo no mundo da inovação

A cultura da inovação costuma celebrar a juventude como sinônimo de criatividade, agilidade e disrupção. Mas essa ideia, além de simplista, ignora o potencial transformador da experiência acumulada, da maturidade emocional e da visão estratégica que só o tempo de vida oferece.

Não posso curar a deficiência do meu filho, mas posso lutar ao lado dele todos os dias

Ser mãe de alguém no espectro autista não é sobre romantizar a jornada como uma “bênção ” ou ostentar um título de “guerreira”. É sobre resistir todos os dias. É sobre enfrentar silêncios que doem, burocracias que esgotam e preconceitos que cortam como faca. É, acima de tudo, sobre um amor que se reinventa a cada desafio, um amor que celebra não só as grandes conquistas, mas os mínimos detalhes: um sorriso que brota sem aviso, um progresso que parece pequeno ao mundo, mas é imenso para nós, um abraço que chega quando menos se espera.

Os difíceis caminhos da adolescência

A minissérie “Adolescência”, o mais recente sucesso da Netflix, aborda temas profundos e perturbadores que refletem questões sociais urgentes. A história de um adolescente de 13 anos que comete um assassinato brutal contra uma colega de escola serve como um ponto de partida para explorar problemas como bullying, misoginia, violência, discurso de ódio, o impacto das redes sociais e as dinâmicas familiares, muitas vezes,  disfuncionais. Esses temas são especialmente relevantes hoje, já que a violência entre jovens e o uso abusivo das redes sociais têm se tornado cada vez mais comuns.

Estereótipos: o primeiro passo para perpetrar exclusões

A palavra estereótipo deriva etimologicamente das palavras gregas stereos (sólido) e typos (impressão), significando literalmente “impressão sólida”. Esta origem não é meramente etimológica, mas revela a natureza cristalizada desse fenômeno sociocognitivo. O termo foi originalmente cunhado pelo tipógrafo francês Firmin Didot em 1794, referindo-se a uma inovação tecnológica revolucionária no campo da impressão gráfica que permitia a reprodução massificada de material impresso como jornais, revistas e livros – uma metáfora perfeita para a posterior aplicação psicossocial do conceito.

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